INTRODUÇÃO
Zatelli - A saga e os mitos de uma imigração
À cerca de trinta anos caiu em minhas mãos a árvore genealógica da família Hoepfner de minha avó paterna. Subitamente fiquei pensando, afinal quem seriam os familiares e qual a ascendência da família de meu avô paterno, Hagedorn. E claro eu não podia deixar de pensar em todos as histórias que minha avó materna me contava sobre os Zatelli’s. Daí naturalmente como uma boa contadora de histórias ela também falava do seu pai Josef Kraetzer, era assim que ela dizia, com “ae”. Teria vindo de São Pedro de Alcântara.
Foi assim que tudo começou. À partir de então era um tal de percorrer cemitérios, descobrir quem estava enterrado onde, quem era pai de quem, quem era filho de quem, quem era mãe de quem, etc. Sempre fotografando pedras sepulcrais, coletando fotos de familiares e não familiares.
Muitas vezes as pesquisas por imagens não davam em nada. Por exemplo, como eu queria encontrar uma foto de meu ao materno o Giacinto Zatelli. Tudo o que eu havia conseguido era uma foto 3x4 e uma foto reproduzida no formato daquelas de casamento que os antigos guardavam sobre a parede da sala, de formato oval, apresentado marido e mulher em formato “portrait”. Aí a internet entrou em minha vida. Pesquisa daqui pesquisa de lá e acabei certo dia entrei num site dos Círculo Trentino de Rio dos Cedros, e encontrei lá o site da família Perini. Lembrei então que a primeira mulher de Giacinto havia sido Aurélia Perini. Bingo: lá estava a foto rara que eu procurava: Giacinto Zatelli, com Aurélia e Concietta, sua primeira filha no colo da mãe. Achei então uma foto do Giacinto meu avô e da Tia Concietta!
Mas o Zatelli’s ainda teriam muitos mistérios. Quem afinal era italiano? Sempre me diziam as mitologias familiares que Giacinto havia chegado pequenino no Brasil.
Criei meu primeiro blog, reunindo minhas memórias, e as das suas cinco filhas vivas, Clara Zatelli Tafner, Olinda Zatelli Holler, Catarina Zatelli Schmidt, Ana Zatelli Leithold e Cecília Zatelli(Minha mãe). Coloquei meu Blog no ar. Daí apareceu um outro primo interessado no tema, Vito Zatelli, e foi corrigindo algumas coisas prá mim. Disse que tinha lá até alguns documentos originais da Itália. Bingo de novo: surgiram os extratos das certidões de nascimento do meu avô, que se chamava de fato Giacinto Fortunato Zatelli (Nascido em Rio dos Cedros/Blumenau/SC – mito desfeito), filho de Andrea Fortunato Zatelli Nascido no Trento, não em Matarello conforme pensávamos todo, e , pasmem filho de Leonardo Gierônimo Zatelli nascido em 1810 no Trento e filho de Valentino Zatelli. Chegamos então ao século dezoito. Prá quem começou apenas com mitos, chegamos longe, pois não? Não, não é o suficiente. Faz pouco comecei a me corresponder com Evandro Zatelli que mora na cidade de Merate/Lombardia. Pois é ele admitiu que há na Itália hoje cerca de quatrocentos Zatelli’s apenas. Mas, disse, não é nosso parente. Claro não deve ser. Não creio que ele tenha chegado tão longe quanto eu em sua genealogia. Porém se conseguirmos fazê-lo remontar ao século XVIII, acho pouco provável que ele e nós não sejamos parentes. Só não seremos parentes por mero acidente de percurso. Ele já admitiu que sua família também vem do Trento....
Ainda tenho mistérios a desvendar. Por exemplo: meu bisavô materno Josef Kraetzer, teria nascido em São Pedro de Alcântara. Ainda não consegui ligá-lo a família KRETZER, assim mesmo, sem “a” tradicional família emigrada da Alemanha para aquela que foi uma das primeiras colônias alemãs no Brasil, fundada em 1829. Não consegui ainda saber quem são seus pais. Porém sei que meu avô nasceu no Salto Weissbach em Blumenau em 1866. Ele é um KraetzerKrätzer,/Kretzer, que na sua origem eram católicos. Mas meu bisavô casou-se com uma luterana e mudou de religião. Será que isto o afastou de sua família? Não sei, mas vou descobrir quem foram seus pais. Um dia vou! Ah, se vou!
A maneira de levantar organizar as informações e o rastreamento proposto pelo mim é um pouco mais trabalhosa e nem sempre compartilhada por outros estudiosos de genealogia. A principal grande diferença é que sempre faço meus levantamentos levando em conta os descendentes dos ramos femininos, que naturalmente acabam por conformar ramos de sobrenomes diversos. Desta maneira a árvore naturalmente fica mais extensa e pode atingir, por exemplo, um número quase infinito de descendentes indiretos. Isto em minha visão enriquece o trabalho e enseja a que outros descendentes se engajem neste trabalho que sugere uma continuidade mesmo após o final de minha jornada pela terra. De outra feita é meu hábito citar a mulheres casadas com parceiros do ramos principais, sempre com seus nomes de solteiras, para neste caso poder identificar a família de origem do gênero feminino, não apagando os rastros de sua ascendência, o que é reforçado pela citação, sempre que possível do nome de ambos os pais, com datas de nascimento e falecimento (quando for o caso). Isto novamente enseja outra árvore genealógica a ser construída. Tal ação até se produziu em alguns casos. Naturalmente esta tarefa é homérica.
Apenas poucas estão sendo trabalhadas, por mim, até o presente momento. Sempre que possível também coloco no ar, via internet um BLOGSPOT’s com cada uma das famílias as quais pesquiso, o que tem produzido respostas positivas por parte especialmente de descendentes mais atualizados e que freqüentam a internet. Naturalmente para o ar vão somente as pontas aparentes do “iceberg”. Para produzir os “Blog’s” faço também extensa pesquisa de coleta de imagens e algumas acompanham os “Blog’s”, e acabam me auxiliando com suas preciosas informações a pesquisa e a situação da família. Por outro lado a internet tem sido uma excelente ferramenta que me permite pesquisar também a origens dos nomes, etc..
Como ferramentas de pesquisa ao utilizar da internet de forma extensa, além de acompanhar as edições novas e antigas de livros que tratem do tema imigração, posso ter acesso a novos livros que são lançados nacionalmente sobre o tema, que sempre que possível adquiro, leio atentamente, e, não raras vezes podem mesmo ser identificados em outras famílias nome das famílias que pesquiso. Quando isto acontece, fico tão feliz como o pastor da parábola de Cristo, aquele que encontrou sua ovelha perdida e a trouxe para casa. Faço então o mesmo, relaciono o novo familiar ou aparentado, desde que comprovadamente ele seja aquele que eu procurava, e cito logo após seu nome o livro ou o Site familiar em que ele é citado.
Além disso, na Internet, embora ás vezes ajam informações equivocadas, pode-se utilizar de fontes como, os anuários genealógicos do Instituto Hans Staden, atualmente denominado Instituto Martius-Staden (da Fundação Visconde de Ouro Preto), e naturalmente o fantástico arquivo dos Mórmons, o Family Search.
No caso de imigrações alemãs, há um grupo denominado “Grupo de imigração Alemã” no Yahoo e há também para o caso das imigrações italianas um similar Grupo Brava Gente” também no Yahoo, ambos muito ativos e gerenciados de uma maneira muito competente e séria pelos seus moderadores. O importante é que em ambos os casos, os grupos são formados de voluntários, e não há nenhum tipo de custo. Há sim, o compromisso de cada um dos membros do grupos se auxiliarem mutuamente, trocando informações e sobretudo avançando nas pesquisas.
O Presente trabalho pode conter erros de interpretação, não está acabado, e, sobretudo está aberto a contribuições de qualquer um bastando para isso que o interessado em contribuir, destaque a última página e trabalhe também um pouco, preenchendo as lacunas, iniciando pelo nome completo á partir do qual ele pretende produzir a seqüência familiar ou a correção de dados, conforme for o caso.
Há também no final do presente livro uma indexação que apresenta os sobrenomes e as devidas identificações do ramos familiares a que pertencem.
Tenham uma boa leitura.
“ Cartina dal Trento, dove si vede chiaramente da dove c'é venutto il papá del mio nono, Andrea Fortunato Zatelli, moglie e due figli nel 1875.” – Loreno Luiz Zatelli Hagedorn
Parte I
Fatos relativos a imigração dos Zatelli’s, primeiros
imigrantes em Rio do Cedros e em Santa Thereza
no Espírito Santo – os primeiros grandes “nós” da pesquisa da Família
Há na história registrada dos Zatelli’s a clara intuição de que houveram dois, talvez três , ou até mesmo quatro imigrantes Zatelli para o Brasil. Uma imigração localizada em Santa Catarina, para a Colônia Blumenau pelos idos de 1874/75 de Andrea Fortunato Zatelli + “moglie e due figli”, portanto de uma família completa que gerou uma vasta descendência especialmente nos Estado de Santa Catarina e contemporaneamente no Estado do Paraná (Região de Umuarama e vizinhanças). A maior parte dos familiares gerados a partir da terceira geração foi de mulheres, o que fez com que o sobrenome Zatelli, ficasse menos visível, mas a mulheres Zatelli geraram vastas famílias que hoje representam parte importante das famílias: Alquini, Bendotti, Bonatti, Bortolotti, Braga,, Brunelli, Carlini, Conti, Cristelli, Cristofolini, Culpa, Dallapicola, Dalmonico, Dalpiaz, Dalprá,Floriani, Frohat, Fronza, Hadecker, Hagedorn,Hanemann,Heil, Holler, Hreczuck, Karlbusch, Klabunde, Kretzer(Kraetzer), Lang, Leithold, Leoni, Lindner, Machado, Marquardt, Mattedi, Moloiés, Moser, Nardelli, Nicolai, Odorici, Pedron, Pedrotti, Perini, Petris, Piantkoski,Porin, Roessler, Ruda, Schmidt, Souza-de, Spézia, Stinghen, Stolff, Tafner, Tibuski, Toller, Valcanaia, Visentainer, Voltolini, Zanghelini, Zimmermann, Zonta.
Esta Lista poderá ainda crescer muito na medida em que os descendentes da Família de Andrea Fortunato Zatelli e Anna Toller venham a ser localizados e relacionados
Como já foi referenciado houve um outro imigrante Zatelli que aportou em 1874 conforme segue: “ZATELLI” sobrenome de uma família originária da Itália, estabelecida no Município de Santa Tereza, no Estado do Espírito Santo, para onde passou em 1874, oriunda do Norte da Itália(Tirol Italiano). Compunha o grupo de italianos contratados para trabalhar na fazenda Nova Trento, do empresário Italiano Pietro Tabacchi(Fernando Bastos, imigração, 98)” In – Dicionários das Famílias Brasileiras, através de Lei de Incentivo A Cultura, sob licença de Origins X/ Barata/Cunha Ribeiro em Cd-Room.
Sobre esta imigração italiana que ocorreu no Espírito Santo e inclui alguns Zatelli’s há um relatório fantástico que explica em detalhes todos os incidentes decorrentes do “...fracassado empreendimento de Pietro Tabachi, originalmente locado na Colônia Nova Trento em Santa Cruz, ao Norte de Vitória...que culminou com a revolta dos imigrantes devido às clausulas abusivas impostas pelo contratante”. ...“Após a revolta os imigrante, na maioria trentinos exigiram suas transferência para os núcleos coloniais mantidos pelo Governo: Colônia Rio Novo e Colônia Santa Leopoldina(Núcleo Tambuí) respectivamente a sudoeste e noroeste de Vitória. Outros imigrantes preferiram se deslocar para Santa Maria da Soledade, no Rio Grande do Sul” (Busatto, 1988 p.145-146). Citado no “Relato do Cavalheiro Carlo Nagar, Cônsul Real em Vitória – O Estado do Espírito Santo e a Imigração Italiana – Fev. 1895 – Publicado pelo Arquivo Público Estadual do Espírito Santo – Coleção Canaã – Volume I – P. 11”
Portanto isto poderia explicar o desaparecimento dos Zatelli’s, como num passe de mágica no Espírito Santo e um provável aparecimento de Zatelli”s ainda não localizados, porém referenciados pelo Projeto Imigração de Canoas/RS, em diferente formas de grafia, no Rio Grande do Sul, conforme o item dois abaixo.
Há ainda sobre estes Zatelli’s informa o site do Espírito Santo sobre a imigração Italiana que ingressaram Paolo Zateli, Lorenzo Zatelli e Luigi “Zotelli” (que poderia ser uma leitura errada do texto manuscrito original para o nome Zatelli) em 1874-1875 para a Colônia Santa Theresa e que em 1877 teriam ingressado em “Ibiraçu, 1877 – Fam. Zatta - no Maria Pia, que partiu da Itália, a 25 de julho do mesmo ano (1877). Da Vitória, seguiram para Santa Cruz, hoje Aracruz, onde repousaram alguns dias. Tomaram, depois, canoas, para Córrego Fundo, e acomodaram-se em barracos. Em seguida, abriram picadas, na mata virgem, e alcançaram as terras da Vila Guaraná.” Conforme o mesmo Site já citado.
Segundo mesmo Site ingressou ainda em “1875 Zatelli, Lonrezo - do Trentino-Alto Ádige/Trento/Itália”.
Cabe aqui transcrever algo sobre o nome da Família Zatelli e suas origens e veremos que “Zatta “ – citado acima, está na base de formação do nome Zatelli,
ZATTA Tipico della fascia che dal padovano, via trevisano, va al bellunese, potrebbe derivare dal vocabolo dialettale satta o zatta (zampa) ed avere quindi un origine simile al cognome Zampa.
Conforme “Guida ai Cognomi Del Trentino” na WEB. Provavelmente Zatelli tenha derivado daí com o sufixo “elli” significando muitos dos “Zatta”. “Zatta” em Italiano, é Enxada em português. Já conforme o citado no conceituado Dicionário de Sobrenome Trentinos: “Zatèlli – Significato: Diminutivo dal termine dialettale “zàta”, indicante uma “zàmpa”: riferito a persona, uno che arraffa e aggranfia. Origine e diffusione: Valle dell’Adige. 1156: “Martione Zata” a Breguzzo; 1214: “Ma. Zata” a Baldino; 1476: “Iacomo Zatela” a Trento; 1559: “Pero Zata de Arco” a Sacco; 1670: “Simone Zatelli “ di Cognola; 1754: „Melchiore Zatelli „ di Cognola; 1762: „Angelo Zatelli“ di Trento. Varianti e derivati: Zàtta, Zattarìn, Zàtti, Zattóni. Personaggi: Domenico Zatelli, nato a Trento nel 1852, filólogo. Origem da informação: Guida ai Cognomi Del Trentino” Pág. 392 – L’Adige di Zanluca – 2009 via internet.”
Já nas minhas pesquisas diretas, a mais antiga referência de um Zatelli que encontrei, cita um certo “Polo” Zatelli, localizada via internet,e refere-se a um relatório de uma contenda entre Gugliemo Sosi e “Polo Zatelli” de Cognola em 04/02/1590 – conforme a transcrição de um pergaminho em latim apresentado pela “Fondazione Biblioteca San Bernardino” – presente na “Trascrizzioni Delle Pergamene” “Presente Nel Fondo Manoscritti”
Houve mais um imigrante localizado nos arquivos da Hospedaria do Imigrantes em São Paulo, desta vez referenciado como “sozinho” em 1888: “Zatelli, Basílio – Sozinho registrado na hospedaria em 08/19/1888 de nacionalidade Austríaca.” Aqui também vale lembrar que este Zatelli deveria ter pelo menos mais de vinte anos, e portanto, mesmo que nascido no Trento, esta data é anterior a unificação da Itália e portanto o Trento ainda pertencia ao Império Austro Húngaro como de resto os demais imigrantes. Por esta razão pode ter sido considerado Austríaco, ao citar o Trento. Para quem tomava os assentos dos dados dos imigrantes, deveria sempre ser complicado diferençar os povos europeus, especialmente o Italianos, que a bem da verdade ainda não existiam como tal nesta época (antes da unificação da Itália em 1870).
Fatos a serem considerados referente ao outros imigrantes Zatelli, no Brasil, ou seus descendentes:
1) Há no Município de Cachoeiro, no Espírito Santo uma Escola denominada Gino Zatelli, no Bairro Gilson Carone, conforme site do mesmo município. Localizei também um poema presumidamente assinado pelo mesmo e que reproduzo a seguir:
Rio do Tempo
A vida é um ir e vir
sobre o RIO DO TEMPO.
Enquanto agüentares ficar em pé
e tiveres forças para empunhar o remo,
podes, ainda, remar contra a corrente
e apanhar peixes.
Depois, lentamente, quase não te dás conta,
as forças irão faltando...
não mais agüentarás
e terás que te sentar.
O remo te fugirá das mãos
e, então, o rio te levará.
Para onde?
Voltar-te hás para trás...
melancólico contemplarás o passado
cujos contornos terão perdido
sua nitidez.
Mais de uma vez perguntarás a ti mesmo:
para onde me leva o rio?...
Então, não te deixes abater pelo desânimo.
Ainda que pareça dormir
junto a ti está Jesus.
Ânimo... desperta o Senhor
que dorme no teu barco.
(Gino Zatelli)
Este Gino Zatelli, aparece, com o nome de sua escola referenciado em outros locais na Internet, como Pe. (padre) Gino Zatelli. Até o presente momento não temos nenhuma referência deste religioso. Não conseguimos saber se é descendente ou um imigrante.
2)Já o Projetos Imigrantes com sede em Canoas/RS (www.projetoimigrantes.com.br ) informou me 02/11/2007 por e-mail, o que segue: “Possuímos cadastrado em nosso banco de dados imigrantes de todas as nacionalidades oficialmente registrados no Brasil, do Rio Grande do Sul até o Espírito Santo desde 1737 até 1920. Não possuímos cadastrado em nosso banco de dados do Sobrenome ZATELLI. Porém possuímos registros da Listagem do sobrenome ZATELI, ZATELLO, ZATTELI e ZATTELLI, ela fornece os dados que o imigrante cadastrou ao chegar, lembrando que nem sempre o imigrante registrava todas as informações.”
Parte II
Uma tentativa de apresentação de árvore genealógica
para Zatelli’s.
I - VALENTINO ZATELLI *(?) + (?) c/c Angela Nicolai
II - LEONARDO GIERONIMO ZATELLI * 07/12/1810, registrado na Paróquia de São Pedro e
São Paulo em Trento e Casado com Domenica Dallapicola.
III - ANDRÉA FORTUNATO ZATELLI, *08/10/1846 em Matarello/Trento/ Itália - errado na informação tumular, conforme documentos apresentados pelo primo Vito Zatelli em 2007 por e-mail e documentado acima *06/08/1839 em Trento/Trento/Itália
e falecido em 04/11/1892 em Rio dos Cedros/SC e sepultado no Cemitério de Sto. Antônio desta Cidade. Casado com “Le prime nozze” aos 26/11/1870 com Domenica Brunelli (I) de Mattarello/Trento/Itália. Desse casamento houveram dois filhos. Presumivelmente como Andrea emigrou com a segunda esposa abaixo referenciada, é de se supor que tenha enviuvado e casado novamente, trazendo consigo os dois filhos do primeiro matrimônio, que são citados como filhos do casal nas relações de distribuição de terras e em outros documentos ainda localizáveis no Brasil. Seja como for já chegou casado com a segunda esposa (“seconde nozze” conforme documento apresentado pelo primo Vito) em 21/03/1874 com Ana Toller (II), nascida em 05/04/1852 de Mattarello/ Trento/Itália e falecida em 10/06/1930 em Rio dos Cedros/SC. Sepultada no mesmo mausoléu com seu esposo, seu filho e esposa e seu neto, num túmulo muito peculiar que pelas datas apresenta 102 anos de sepultamentos sucessivos, no Cemitério da Comunidade de Sto. Antônio em Rio dos Cedros/SC , conforme se pode constatar abaixo:
102 anos de sepultamentos – no túmulo que é o mais importante para os Zatelli’s – já que aí está o
imigrante e sua esposa filhos e nora.
“...Com referência ao nosso bisavô Andrea Zatelli, quando meu avô era vivo eu conversava muito com êle referente ao seu passado, e numa ocasião teria me dito o seguinte: que o seu pai Andrea faleceu muito novo com apenas 53 anos de idade e ele tinha apenas 4 anos, mas o que teria ocasionado a sua morte prematura foi um trabalho que teria feito numa lagoa (açude) num dia de verão de sol muito forte e isso teria provocado um problema de saúde na cabeça que se chama insolação em italiano chamamos de "Solara", a sua mãe Cecília sabe como é, e isto pouco tempo depois teria causado seu falecimento, esta inf. sempre foi comentada até pelo meu tio Fedele.” Fonte: Histórias paralelas de Vito Zatelli , por e-mail em 25/Mar/2008 - 08:49:10hrs.
De conformidade com os registros históricos localizados: citando o Pe. Victor Vicenzi, tomando por base a distribuição dos Lotes no Rio dos Cedros em 1876, diz: “Lote 73 - Andrea Zatelli com moglie e 2 figli ...” Sua esposa, neste momento já era Ana Toller, no entanto, seus primeiros filhos no Brasil nasceriam apenas em 1878 (El Beppi) e 1880 (Giacinto).
Portanto a lógica até o momento nos aponta que este dois filhos – B(I) e C(I) abaixo sugeridos - tivessem imigrado com Andrea e sua segunda esposa fruto do seu primeiro casamento com a supostamente falecida esposa ainda na Itália, cujos registros oficiais não foram localizados até o presente momento quer no Brasil, quer na Itália e que foram perpetuados, via memória oral, na tradição familiar como os que houvessem falecido fruto de doenças ou de acidentes domésticos ainda em tenra idade.
Há ainda um suposto terceiro, ou melhor, primeiro filho cuja existência não pode ser comprovada até o presente momento e que poderia ser um recém nascido falecido no navio - A(I). Estas informações foram levantadas pelo autor tomando por base a tradição oral repassada originalmente desde sua infância pela cinco filhas do segundo casamento de Giacinto Zatelli, Clara Tafner, Olinda Holler, Ana Leithold e Cecília Zatelli e também pelo primo Vito Zatelli. Há pequenas variações nas histórias, porém que nos conduzem a pelo menos uma conclusão – “dois filhos morreram no Brasil, pouco tempo depois de sua chegada ao país , não se sabe exatamente de que, nem a data dos corridos, porém as mortes se deram em circunstâncias trágicas” e são mais ou menos as que seguem:
A(I) - André (Falecido no navio) Ainda há dúvida sobre mais este filho que
presumivelmente teria vindo da Itália, com o pai, a madrasta e mais
dois irmãos, mas aparentemente não chegou ao Brasil (neste caso o
nome consta nas citações). Não há nenhuma menção oficial a
este primeiro filho que contudo faz parte da mitologia familiar, como
falecido no navio. Inclusive conta-se com alguns detalhes a realização do
sepultamento no mar.
B(I) - “Um morreu quando foi levar o café da manhã para o pai (neste caso o
nome não consta das citações e sabedores da existência de um certo
Manoel, acreditamos que poderia ter sido ele) O fato é que a mitologia
familiar fala da morte de um filho pequeno, falecido enquanto
derrubavam árvores para fazer uma roça de milho. E o pai (Andrea) não
teria percebido que a proximidade do filho e ao derrubar a tal árvore, ela
o teria atingido, causando a fatalidade. Ele teria morrido no local”.
C(I) - “Com o outro (ou teria sido este o Manoel ?) aconteceu o seguinte:
pai e filho estavam andando de carroça e por qualquer motivo os
cavalos se assustaram e começaram a correr até que destruíram a
carroça. O menino teria se assustado tanto que pegou o chamado
amarelão -el mal zalt- e algum tempo depois veio a morrer.”
Observação: Privados de assistência religiosa, ainda instalando suas roças e construindo seus barracos - moradias provisórias, longe da civilização (Blumenau ficava à horas por trilhas no mato ou por caminhos precários) e sem assistência médica, pouco havia o que se fazer quando alguém adoecia de febre amarela, p.ex. E no caso de algum acidente, mesmo que fosse um acidente pequeno, se o sistema de imunidade própria não resolvesse, se os chás e as ervas não pudessem solucionar, era morte certa! E se morressem - ainda sem cemitério, nem mesmo os de comunidade, os mortos deveriam ser enterrados em algum lugar das terras da família. E nestes casos o registro, quando havia era, este só seria realizado muito mais tarde pelos familiares em Blumenau. Em se tratando de crianças, muitas vezes não eram realizados.
Este parece ter sido um hábito comum, mesmo em colônias mais desenvolvidas, quando de suas fundações. Há menções de casos similares pela pesquisadora sobre imigração alemã Brigitte Brandenburg na Colônia Dona Francisca, por exemplo.
F.1(II) - Giuseppe (El Beppi) Giovanni Zatelli * 05/08/1878 (*05/08/1879 – cfme. Anotação
tumular) em Rio dos Cedros/SC e batizado em 25/10/1878 na Igreja São Paulo
Apóstolo/ Blumenau/SC, tendo como padrinhos Giovanni Battista Bonatti e Agatha
Carlini. + em 22/09/1966 e sepultado no Cemitério do Sto. Antônio em Rio dos
Cedros/SC. Casado com Lucia * 23/08/1876 + 17/01/1939 e sepultado no
cemitério de Sto. Antônio em Rio dos Cedros/SC
Túmulo de José , esposa Lúcia e filha Liberata no Sto. Antônio em Rio dos Cedros/SC
N.1 - Solano Zatelli *02/05/1914 em Rio dos Cedros/SC e +14/11/1972 em Rio dos
Cedros/SC, casado com Letícia Dalpiaz
Túmulo de Solano, no Cemitério Central de Rio dos Cedros/SC
N.2 - Manoel José Zatelli *18/03/1920 em Rio dos Cedros/SC +14/01/1991 em Rio
dos Cedros/ SC, casado com Esperança Carlini
Manoel Zatelli no Rio de Janeiro
Túmulo de Manoel J. Zatelli, no Cemitério Central de Rio dos Cedros/SC
B.1 - Laércio Antônio Zatelli *07/11/1956 em Rio dos Cedros/SC e
18/08/1993 em Rio dos Cedros/SC
Túmulo de Laércio Antônio, Cemitério de Santo Antônio/Rio dos Cedros/SC
B.2 - Nome do Pai, nome da mãe
Bárbara Camila Zatelli Ferreira (Iliane Zatelli) Filha:
Irmãs: Cláucia (Mãe de Vitor), Patrícia e Edicléia Casada com Fernando e
mãe de: ? e de?
N.3 - Maria Zatelli casada com Faustino Moloiés
N.4 - Liberata Zatelli *18/05/1908 e +29/05/1983 – Sepultado no Cemitério do Sto.
Antônio em Rio dos Cedros/SC
N.5 - Anna Zatelli casada com .... Moser
F.2(II) - Jacinto Fortunato Zatelli *08/04/1880 (novamente novo erro constatado na
anotação tumular como 10/04/1880) e batizado em 7/07/1880, na Igreja São Paulo
Apóstolo/Blumenau/SC, tendo como padrinhos Jacinto Dalmonico e Ana Bonatti
pelo Pe. José Jacobs – Faleceu 09/01/1954 em Jaraguá do Sul(Na Barra do Rio Cerro
– enterrado Cemitério da Barra do Rio Cerro, em Jaraguá do Sul/SC)
Notas do Autor:
1) Giacinto Zatelli participou da segunda banda musical do Pomeranos/Caravaggio - “Segunda Banda Musical . Em Pomeranos –Caravaggio, foi fundada outra bandinha pelo ano de 1914, cujo maestro, de início, fora o cônego Giácomo Vicenzi, que aproveitava as férias para ensinar ao grupo algumas músicas, em continuidade do maestro “Alemão”, que vinha de Benedito Novo, para esse fim. Foram os seguintes os componentes daquela época: Richetto Cattoni – José Vicenzi – Júlio Gadotti – Willy Gramm – José Anesi – Ângelo Cattoni – Antônio Giampicoli - Ângelo Vicenzi – Ângelo Berri – GIACINTO ZATELLI – João Vicenzi – Paulo Mattedi...” Pág.105*
Segundo os mais antigos, nesta foto não está Giacinto Zatelli, mas a banda é a mesma, citada acima.
2) ”Foram estas as primeiras famílias que chegaram em Pomeranos, no município de Rio dos Cedros:...Andrea Zatelli...” (Pág. 54*) o Autor se refere a imigração iniciada em 1874/ em justaposição a outra informação mais adiante de que teria sido em 1876, diz que as famílias vieram do Matarello (Pág.55)* “está situada entre os Alpes, por aí passam o célebre rio Ádige, a estrada de ferro e a estrada estatal, por onde se pode viajar por toda a Itália e por toda a Europa, pois são as únicas estradas que ligam o Sul e o Norte por este lado.” “ O Embarque dessa primeira leva se efetuou no porto de Trieste, num navio a vapor, em dezembro de 1874. Depois de um mês de viagem o navio atracou no porto de Itajaí pelos fins de janeiro de 1875 e seus passageiros se dirigiram imediatamente para Blumenau por via fluvial. Acomodadas as famílias nos barracos preparados para esse fim, os homens de Matarello partiram logo, subindo o Rio Itajaí-Açu entrando depois pelo Rio Benedito, até Timbó. Daí pra frente, caminharam a pé pela estrada de Pomeranos e se estabeleceram nas colônias situadas na atual comunidade de Santo Antônio, provavelmente no mês de maio. Era a primeira leva de imigrantes trentinos que pisava a terra de Rio dos Cedros. Eles saudaram a nova Pátria, a sua nova Matarello, entre lágrimas de alegria e de profunda emoção. Elevaram seus braços aos céus, repetindo seguidamente: “Gazie, ó Signore!, Sai lodato Il tuo Santo Nome! Gazie!...” (Pág. 52*) “Os primeiros Proprietários de Rio dos Cedros... Lote 73 Andrea Zatelli, de Matarello e Anna Toller...” Pág. 155*
*Pe. Victor Vicenzi – História e Emigração Italiana de Rio dos Cedros – Estado de Santa Catarina – Fonte Cultural do Vale – 1985 161 páginas – Gráfica Odorizzi.
3) “Lamentavelmente, na noite do dia 08 de novembro de 1958, violento incêndio destruiu parcialmente o edifício da Prefeitura de Blumenau, onde estavam guardadas, entre outros documentos preciosos, obras que contavam os primórdios da colonização empreendida pelo Dr. Hermann Bruno Otto Blumenau no Vale do Itajaí. Era considerado um arquivo dos mais completos do País, mas tudo foi reduzido a cinzas, e dados históricos, sociais, econômicos e políticos de 1850 a 1957 foram perdidos. Por isso, quando analisamos obras de diferentes autores, pertinentes aos nossos pioneiros desbravadores e seus filhos, aparecem discordâncias ou omissões de certos fatos.**
**(Do Site da Família Perini)
Giacinto e sua primeira esposa Aurélia Perini (A), terceira filha de Francesco Perini Filho e Maria Roza (“nona Rosina”), (Giacinto e Aurélia, lado a lado na foto do site da família Perini, com a primeira filha pequena – Conccietta - ainda no colo) Aurélia faleceu durante o parto de problemas decorrente do mesmo que levou à óbito mãe e o oitavo filho.
VIDE SITE: WWW.FAMILIAPERINI.COM
Tiveram sete filhos vivos àquele tempo:
N.6(A) - Conccietta Zatelli *08/1906 em Rio dos Cedros/SC +08/07/1997 em Rio
dos Cedros/SC, casada com Jacinto Dalpiaz (Irmão do Arcângelo Dalpiaz, marido
da irmã dela, Hercília Zatelli – N.7(A))
B.2 - Aquelino Dalpiaz
B.3 - Gertrude Dalpiaz
B.4 - Lourdes Dalpiaz
B.5 - Renato (Celeste, gêmeo de Arno - B.6, mudou de nome para Renato) Dalpiaz
B.6 - Arno (Gêmeo de Celeste - B.5, aliás Renato) Dalpiaz
"Celeste" aliás Renato e seu irmão Gêmeo Arno
B.7 - Zenóbio Dalpiaz
B.8 - Valdino Dalpiaz
B.9 - Zeferino Dalpiaz
B.10-Raíde Dalpiaz
B.11-Gentile Dalpiaz
B.12-Zenóbio Dalpiaz
B.13-Selma Dalpiaz
B.14-Elídia Dalpiaz
B.15-Pierina Dalpiaz
B.16-Adelício Dalpiaz
N.7(A) - Hercília (dita Egilia, pelas cinco irmãs do segundo matrimônio)Zatelli * 23/06/1908 em
Rio dos Cedros/SC e +04/10/2002, casada em 05/1939 com Arcângelo
Dalpiaz * 14/08/1899 em Rio dos Cedros/SC(Irmão de Jacinto Dalpiaz, esposo da
Concietta Zatelli – N.6(A)) e falecido em 11/1966, (de ataque do coração/ "cop de
cuore") em Rio do Oeste/SC.
B.17-Olga Dalpiaz
B.18-José Dalpiaz
B.19-Mário Dalpiaz
B.20-Valdemiro Dalpiaz
B.21-Maria Dalpiaz casada com ..... Bogo
T.1 - Mercedes Bogo casada com .... Scottini
B.22-Luiz Dalpiaz
B.23-Alceste Dalpiaz
B.24-Marcelo Dalpiaz
B.25-Artur Dalpiaz
B.26-Gema Dalpiaz
B.27-Arnoldo Dalpiaz
B.28-Arnaldo (Leandro) Dalpiaz
B.29-Arlindo Dalpiaz
B.30-Nelson Dalpiaz
B.31-Erci Dalpiaz
(Nota do Autor: Segundo informações sobre os Dalpiaz fornecidas por Mercedes Bogo Scottini, filha de Maria Dalpiaz Bogo em 15/12/2007 por e-mail ao administrador do Blog Zatelli)
N.8(A) - Cerilo Zatelli em Rio dos Cedros/SC, casado com Álida Odorici
B.32-Salvelina Zatelli
Salvelina Zateli
B.33-Osni Zatelli
B.34-Sálvio Zatelli
B.35/B.36/B37 (ainda não identificados)
N.9(A) - Letícia Zatelli em Rio dos Cedros/SC, casada com Quiliano Porin (Residiam em
Alta Forcação) Ela faleceu de câncer e Quiliano casou novamente e não teve prole com a 2ª.
esposa.
Luiz, Tibério e Silvino Porin
B.38-Luiz Porin
B.39-Tibério Porin
B.40-Lourdes Porin
B.41-Silvino(?)Porin
N.10(A)-Maria Zatelli *28/01/1912 em Rio dos Cedros/SC e +04/08/2003 em Rio do
Cedros/SC, casada com Vittorio Pedron *02/06/1909 +29/10/1987,
(Comemoraram Bodas de Ouro no dia 18/09/1982 na Capela Nossa Senhora das Dores "La
Doloratta", em Rio dos Cedros/SC, com missa às 18:00 horas)
Maria Zatelli (Pedron) na sua cozinha
Casa de Vittório e Maria em Rio dos Cedros em 2007
Túmulo de Vittório e Maria no Cemitério de Rio dos Cedros/SC - Centro
B.42-Olívio Pedron *09/04/1933 em Rio dos Cedros/SC (Um dos primeiros
professores da FURB) casado com Iracema Floriani (Residente em
Blumenau/SC)
Olívio Pedron, em frente ao Instituto Teológico de Lorena/SP
T.2/T3/T4 (Não identificados)
B.43-Armando Pedron *16/07/1935 em Rio dos Cedros/SC, casado
B.44-Osvaldino(dito Valdino)Pedron *23/01/1937 em Rio dos Cedros/SC,
Casado com Beatriz ....
B.45-Laudelino Pedron *11/11/1938 em Rio dos Cedros/SC
B.46-Célia Pedron *08/07/1940 em Rio dos Cedros/SC, casada com
Gelindo Dalpiaz
B.47-Leonir Pedron *30/04/1947 em Rio dos Cedros/SC, Casado
B.48-Altino Pedron *17/09/1949 em Rio dos Cedros/SC
N.11(A)-Ferdinando Zatelli *?, casado com Elsa Cristofolini, tiveram 6 ou 7
Filhos.
B.49-Lecínia Zatelli res. Em São Bento do Sul
B.50-Jovino Zatelli ( Casado)
B.51-Olindo Zatelli
B.52-Lindo (?) Zatelli
B.53/B.54/B.55 (Não identificados)
N.12(A)-Olímpia Zatelli *29/04/1918 em Rio dos Cedros/SC e +27/06/1998
em Rio dos Cedros/SC, casada com Silvério Mattedi *12/09/1911 em
Rio dos Cedros/SC e +30/07/1992 em Rio dos Cedros/ SC (As Bodas de
Ouro foram comemoradas na Capela Nossa Senhora das Dores "La Doloratta" em Rio
dos Cedros/SC, no dia 23/01/1988 ás 19:00 horas conforme convite expedido pela
família) tiveram 10 filhos,
Olímpia Zatelli e Silvério Pedron – imagem do convite para Bodas de Ouro
Túmulo de ambos em Rio dos Cedros/SC - no Cemitério Central
Os primos: Cecília Zatelli, Ercyr Mattedi e a esposa Anair Depin em 29/11/2007, tomando contato com a árvore genealógica dos Zatelli’s, num de seus primeiros formatos impressos em Rio dos Cedros/SC
B.54-Ercyr Mattedi, em Rio dos Cedros/SC, casado com Anair Depin
*04/08/1946 em Rio dos Cedros/SC, Filha de Egídio Depin
*16/05/1914 em? + 14/01/1987 em Rio dos Cedros/ SC e de
Regina Mengarda *26/01/1918 +27/05/1993 em Rio dos
Cedros/SC (Também está colaborando com o presente
trabalho)
Ercyr Mattedi
T.5 - Sandra Mattedi *04/03/1968 em Rio dos Cedros/SC,
casada com Alício Nardelli *13/04/1965
Q.1 - Tamires Nardelli *21/05/1990
P.2 - Sávio Nardelli *26/02/1996
P.3 - Alana Nardelli *13/07/2005
T.6 - Sidney Mattedi *07/06/1970 Casado com Elonese
Tiburski *29/03/1980
P.4 - Luana Mattedi *14/06/1983
P.5 - Branca Mattedi *12/03/2007
B.55-Dorval Mattedi *09/03/1941 em Rio dos Cedros/SC casado com
Lily Bortolotti
T.7 - Joanir Mattedi *19/08/1964
T.8 - Josimar Mattedi *13/04/1966
T.9 - Juarez Mattedi *19/09/1975
T.10- Fernando Mattedi *?
T.11-Marjara Mattedi *?
B.56-Orélia Mattedi *21/11/1942 em Rio dos Cedros/SC, casada com
Olívio Bortolotti *30/07/1941, tem um filho(Solteiro) é bombeiro.
T.12 (Não identificado)
O mais velho é Ercyr Mattedi, ou outro é Dorval Mattedi e a garotinha sobre a mesa é Orélia Mattedi
B.58-Hortêncio Mattedi *05/11/1944 em Rio dos Cedros/SC, casado
com Ondina Bertoldi (Moram em Jaraguá do Sul/SC)
T.13-Karla Mattedi *?, Solteira
T.14-Karina Mattedi *?, Solteira
T.15-Leandro Mattedi *?, Solteiro
B.59-Elzira Mattedi *11/07/1946 em Rio dos Cedros/SC, Casada com
Ralf (Nena) Machado *16/11/1953, Moram em Timbó ( seu
marido trabalha na Celesc)
B.60-Valmor Mattedi *08/02/1948 em Rio dos Cedros/SC, Casado
com Ademilde Cristelli *27/01/1953
T.16-Sumara Mattedi *?
T.17-Dolcei Mattedi *?
T.18-Joana Paula Mattedi *?
B.61-Luiz Mattedi *13/12/1949 em Rio dos Cedros/SC, Casado com
Alzira Ruda *13/07/1956, enfermeira, não tem filhos,
B.62-Mauro Mattedi *20/04/1952 em Rio dos Cedros/SC, casado em
17/12/1977, na Igreja Matriz São Sebastião em Jaraguá do
Sul/SC às 19:45 horas e deram recepção na ARWEG, com
Elizabeth Stringari filha de Victorino Stringari e de Ondina
T.19-Maicon Mattedi *?
T.20/T.20 (Não identificados)
B.63-Salvelina Mattedi *30/03/1954 em Rio dos Cedros/SC +
27/02/1955 em Rio dos Cedros/SC
B.64-Nelzita Mattedi *13/10/1956 em Rio dos Cedros/SC
Nota do Autor: Giacinto, viúvo de Aurélia Perini, casa-se em 2as.núpcias com Maria Kraetzer (dita “La Tedesca”, pelos filhos da primeira esposa de Giacinto) *09/07/1891, Rio Ada/Rio dos CedrosSC. Mudam-se com a família para Jaraguá do Sul, fixando residência no Alto São Pedro na localidade de Garibaldi em 1946/7.
Casa no Alto São Pedro, em madeira e ainda existente, em que Giacinto e sua família moraram em 1947, localizada em frente a Igreja de São Pedro.
Alguns anos depois vendem a propriedade e novamente mudam-se para o bairro de Barro do Rio Cerro, ainda em Jaraguá do Sul onde faleceram e estão sepultados ambos. Giacinto faleceu em 26/07/1954. Maria, de suas 1ª.s núpcias casada com seu esposo – de sobrenome provável Campregher - teve um filho nascido após a sua morte que manteve seu nome de solteira. Este filho (Nicolau Kraetzer) e sua família compõe a árvore genealógica da Família Kretzer)
(VIDE BLOG: http://kretzernobrasil.blogspot.com/)
Foto de Giacinto Zatelli e Maria Kraetzer em memória de seu casamento.
Já os filhos do matrimônio de Giacinto com Maria Kraetzer são:
N.13(B)-Clara Zatelli casada com Arthur Tafner,
Casamento de Clara e Arthur
Túmulo, localizado na Barra do Rio Cerro em Jaraguá do Sul/SC, em que estão sepultados
Giacinto Zatelli e sua esposa Maria Kraetzer Zatelli e Arthur Tafner, feita em 2007 por
LLZH.
B.65-Dirce Maria Tafner *? em Jaraguá do Sul/SC (Gêmeas de Luiz Tafner –
B.66) casada com José Leoni filho de Luís Leoni e de Salvina Leoni
T.21-Claudinei Sandro Leoni em Jaraguá do Sul/SC, Casado em
10/12/1988, às 20:00 horas na Igreja Evangélica Luterana -
Centro, de Jaraguá do Sul/SC, e receberam os convidados na SER
Marisol, à rua Joinville em Jaraguá do Sul/SC, com Gilséia
Kassner, Filha de Silberto Kassner e de Terezinha P. (?)
Q.3/Q.4 (Não Identificados)
T.22-Sérgio Murilo Leoni *? em Jaraguá do Sul/SC (Solteiro)
T.23-Jean Charles Leoni *? em Jaraguá do Sul/SC(Casado)
T.24-José Luís Leoni *? em Jaraguá do Sul/SC (Solteiro).
B.66-Luiz Tafner *? em Jaraguá do Sul/SC e +? em Jaraguá do Sul/SC
(Gêmeo de Dirce – P.22) falecido bebê - sepultado no Cemitério
Comunitário do Alto Sâo Pedro/Garibaldi/Jaraguá do Sul
B.67-Zenilde Maria Tafner *? em Jaraguá do Sul/SC, casada com Dorval
Spézia
T.25 (Não identificado )
T.26-Luciane Spézia *? em Jaraguá do Sul/SC, casada
Q.5 (Não identificado)
T.27-Ângelo Spézia *? em Jaraguá do Sul/SC (Solteiro)
B.68-Heitor Tafner em Jaraguá do Sul/SC, casado no dia 30/07/1977 às
17:00 horas na matriz de São José- Centro em Corupá e os
convidados foram recebidos no salão da Panificadora Universo em
Corupá/SC com Eloísa Voltolini em Corupá/SC, filha de Egídio
Voltolini de Elisabetha ...
T.28-Emanuelle Luana Tafner , casada
T.29-Eduardo(Doca)Tafner (Solteiro).
B.69-Osnir Tafner em Jaraguá do Sul/SC casado em 12/09/1985 ás 18:00
horas na Igreja de Nossa Senhora das Graças, na Barra do Rio
Cerro, com recepção no salão paroquial, com Janete Pedrotti, filha
de Mário A. Pedrotti e de Belmira C.?
T.30-João Paulo Tafner
T.31 (Não identificado)
B.70-Luciano Tafner em Jaraguá do Sul/SC casado em 13/03/1987, às
20:00 horas, na capela Nossa Senhora do Rosário, no Rio Molha em
Jaraguá do Sul/SC com Ivanir Dalprá , Filha de Alfredo Dalprá de
Helena ?, e tem um casal de filhos solteiros
T.32/T.33 (Não identificados)
N.14(B)-Ana Zatelli *25/05/1925 em Rio dos Cedros/SC, casada em 05/08/1950
com João Leithold *09/03/1927, filho de João Leihtold e de Catarina Nass
Casamento de Ana e João João Leithold (pai) e Catarina Nass
Bodas de ouro da família de Ana Zatelli e João leithold
B.71-Nilson Leithold *11/09/1950 casado em 17/03/1979 com Soniamar
da Silva *13/08/60.
NilsonLeithold
T.34-Ericléia Leihtold *27/09/1982, solteira
Q.6 - Bianca Victória Leithold de Oliveira *04/08/2001, solteira
B.72-Amélia Leithold *05/09/195, solteira, sem filhos.
B.73-Martha Leihtold *04/03/195, solteira
T.35-Cristiane Karlbusch *19/05/1987, solteira
B.74-Daria Leithold *13/04/1955 casada com Paulo Hodecker
*24/12/1960, filho de Ivo José Hodecker e de Idalina dos
Passos
Paulo Hodecker e Família
T.36-Talita Hodecker *17/06/1981, solteira
T.37-Idariana Hodecker *19/04/1983, solteira
T.38-Maria de Lourdes Hodecker *09/02/1986, casada com
Wanilson Rezende de Moraes
Q.7 - Mellina Rezende de Moraes *03/06/2006, solteira
T.39-Darline Hodecker *2104/1991, solteira
B.75-Álvaro Leihtold *24/10/1956, casado com Rita de Cássia Braga
*02/12/1962, filha de Francisco de Assis Braga e de Floripa de
Oliveira
T.40-Eduardo Alberto de Borba *22/05/1987 (filho de Rita de Cássia
com ?) (Enteado assumido por Álvaro)
T.41-Emanuele De Cássia Braga Lheitold *28/07/1995
B.76-Osni Leithold *12/10/1957, casado e separado de Márcia Zonta
*26/09/?, filha de Mansueto Zonta e de Cecília
T.41-Marcos Alexandre Leithold *05/03/1986 solteiro,
T.42-Josiane Leihtold *15/12/1989, casada e separada de Jaime
Portela
Q.8-Gustavo Portela *01/09/2005
T.43-Jéssica Leithold*11/04/1991, solteira,
B.77-Armando Leihtold *17/11/1959 casado com Zenira Rössler
*14/04/1968
T.44-Jéferson Leithold *26/091989, solteiro
T.45-Jaíne Leithold *07/02/1992, solteira
B.78-Silvério Leihtold *16/12/1962, divorciado de Maria Aparecida
Chaves
T.46-Juliano Leithold *04/06/1991, solteiro
B.79-Antônia Leithold *10/06/1965, casada com Genésio Longen
*06/09/1935,
T.47-Bárbara Rafaela Longen *02/08/1990, solteira
T.48-João Vitor Longen *28/08/1996, solteiro
B.80-Odair Leithold *22/09/1967, solteiro e sem filhos.
N.15(B)-Catarina Zatelli (Gêmea de Olinda- N.16(B) *08/11/1928 em Rio dos
Cedros/SC, casada em 18/06/1949, com Alois Schmidt *21/06/1922
+08/01/1965 Sta. Cruz, Jaraguazinho, Garibaldi, Jaraguá do Sul/SC
Casamento de Catarina e Alois
B.81-Iracema Maria Schmidt *01/05/.... em Sta. Cruz, Jaraguazinho,
Garibaldi, Jaraguá do Sul/SC casada com Valdemar Klabunde.
T.49-Jaime Klabunde *?, em Sta. Cruz, Jaraguazinho, Garibaldi,
Jaraguá do Sul/SC, casado em 10/06/2000, na Igreja Martim
Luther(Garibaldi) com Ana Maria Piantkoski, filha de José
Piantkoski e de Helena....
Q.9 - Felipe Klabunde *?
Q.10-Samuel Klabunde *?
Q.11-Deise Klabunde *? casada com Valdir Hanemann
P.1 - Wiliam Hanemann *?
P.2 - Morgana Hanemann *?
Q.12-Jair Klabunde *?, solteiro
Q.13-Jonas Klabunde *?, solteiro
B.82-Tereza Elisabeta Schmidt*?, casada com Celso Roberti ?
T.14-Marcelo Roberti *?
Marcelo Roberti e sua avó Catarina
B.84-Marilse Bernardete Schmidt *06/11/1955 no Jaraguazinho/Jaraguá
do Sul/SC, convivendo à partir de 08/1992, aprox. com Jair Alquini
*16/07/1965 Jaraguá do Sul/SC, Filho de Tobia Alquini de Aládia
Silveira
T.15-Joana Schmidt Alquini *08/10/1994 em Jaraguá do Sul/SC,
B.85-Regina Catarina Schmidt *? em Sta. Cruz/Jaraguazinho/Garibaldi,
Jaraguá do Sul/SC (Solteira)
T.16-Helena Schmidt *? (Gêmea de Heloísa – T.17)
T.17-Heloísa Schmidt *?(Gêmea de Helena – T.16)
B.86-Angelina Inês Schmidt *10/10/1962 em Sta. Cruz/Jaraguazinho/
Garibaldi/ Jaraguá do Sul/SC, casada em 07/05/1983, na igreja
Nossa Senhora das Graças, na Barra do Rio Cerro, Jaraguá do
Sul/SC. Receberam os convidados no Salão Paroquial, com Norberto
Heil *04/02/1957, filho de Valentin Heil *04/12/1925 e de Evelina
Morelli *06/04/1931
T.18-Larissa Cristina Heil *30/10/1985, solteira
T.19-Ricardo Luis Heil*15/09/1989, solteiro
T.20-Alana Sabrina Heil*28/02/1991, solteira
(VIDE BLOG: http://chmidthungarosdejaraguadosul.blogspot.com/)
N.16(B)-Olinda Zatelli *08/11/1928 em Rio dos Cedros/SC, (Gêmea de
Catarina – N.15(B) casada com Ludovico Holler
Casamento de Olinda e Ludovico
Alfredo Holler e Lorita(sua esposa), Catarina Schmidt e Olinda Holler (Gêmeas) e esposa Ludovico Holler e um dos filhos do último casal
B.87-Alfredo Holler em Jaraguá do Sul/SC, casado com Lorita
T.21-Jean Holler *?, em Jaraguá do Sul/SC, solteiro
T.22-Jackson Holler *? em Jaraguá do Sul/SC, convivendo
T.23-Joice Holler *? em Jaraguá do Sul/SC, solteira
B.88-Ademar Holler *? em Jaraguá do Sul/SC, solteiro
Ademar Holler
B.89-Leonido Holler *? em Jaraguá do Sul/SC, casado com Rita Lindner
(Sem Filhos),
Leonido Holler
B.90-Adelino Holler em *?Jaraguá do Sul/SC, casado com Evanir Zanghelini
(Sem Filhos)
B.91-Arno Holler *? em Jaraguá do Sul/SC, casado com Verônica Culpa
Arno Holler no seu dia de primeira comunhão
T.24-Cristiano Holler *?, casado com Eliane ....
Q.14-Sabrina Holler *?
Q.15-Aline Holler *?, solteira
N.17(B)-Cecília *25/09/1932 em Rio dos Cedros/SC, convivendo com Theobaldo
Hagedorn * 02/04/1926 em Jaraguá do Sul/SC e +18/04/1926, em Jaraguá
do Sul/SC, sepultado no mausoléu da família no Cemitério da Vila Lenzi
Cecilia Zatelli, Loreno e Theobaldo Hagedorn
“Cecília Zatelli conta a história da vida em livro
29 de setembro de 2005
Jaraguá do Sul - A efervescência cultural-literária de Jaraguá do Sul é flagrante. Diversos livros foram lançados neste ano e outros ainda o serão. Na sexta-feira, a rio-cedrense de nascimento e jaraguaense de coração, Cecília Zatelli, lançou "Minhas e outras histórias", autobiografia e pensamentos, que reúne em suas 72 páginas a história da sua vida e outros escritos guardados ao longo de várias décadas.
Alegre, expansiva, de alto astral, Cecília Zatelli escrevia nas horas boas e ruins. "Desde os sete anos gostava de ler e escrever. Continuei assim durante toda a vida, sou uma devoradora de livros" conta a escritora, que é trilíngüe: além do português, fala, lê e escreve em italiano, lê e fala o alemão, herdando do pai, nascido na Itália e da mãe, de origem alemã, a pluralidade lingüística.
Seu filho Loreno fez uma surpresa. Juntou os escritos e em conjunto com Inácio Carreira, organizou-os e publicou-os em livro, lançado na noite de sexta-feira no 507 Ateliê Cerâmico, na Venâncio da Silva Porto, que apoiou culturalmente a edição. Familiares e amigos compareceram para abracá-la e cumprimentá-la. Aos 73 anos, viúva de Theobaldo Hagedorn há ano e cinco meses, não pensa em parar. Está escrevendo o segundo livro.
Cecília Zatelli disse que soube que os escritos estavam transformados em livro e impressos uma semana antes do lançamento. "Meu filho Loreno (da Divisão de Turismo da Prefeitura de Jaraguá do Sul) me fez uma surpresa. Confesso que fiquei trêmula e quase não consegui dormir à noite". Ela se confessa realizada e feliz. A publicação de Cecília é gostosa de se ler. Textos precisos, inteligentes, linguagem simples, um sonho acalentado por muitos anos pela menina da roça, pela dona de casa zelosa, pela mulher guerreira.
Vale a pena a leitura. "Minhas e outras histórias" pode ser adquirido na Banca Hott, na Getúlio Vargas. O preço de capa é R$ 15,00. “
Fonte: Site do Jornal do Vale do Itapocu 29/09/2005
B.92-Loreno Luiz Zatelli Hagedorn *29/10/1954 em Jaraguá do Sul/SC e
que vive desde maio de 1995 com Rogério José Hreczuck
*07/08/1970 Mafra/SC, filho José (Táta) Hreczuck, *07/09/1933 em
Rio Negrinho/SC, +31/05/1994 em Mafra/SC, e de Isolde Patrício da
Silva *16/12/1943 em Jaraguá do Sul/SC e registrada erroneamente
em 22/03/1943
Loreno e Rogério José Hreczuck
Hagedorn(VIDE BLOG: http://hagedorndejaraguablogspotcom.blogspot.com/)
Hreczuck(VIDE BLOG: http://oshreczuckdemafra.blogspot.com/)
Sanson(VIDEBLOG: http://sasonfamilia.blogspot.com/)
F.3(II)-Valentino (El Valente)Zatelli *14/03/1882, em Rio dos Cedros/SC (Valente cfme. Ana,
Catarina, Clara, Olinda e Cecília – “Il zio Valente”cfme. Vito Zatelli), e batizado em 20/06/1882,
na Igreja de São Paulo Apóstolo/Blumenau/SC, tendo como padrinhos Doneo
Bertoldi e Teresa Andreatta. Casado com Maria Carlini * ? Subiu pro Ribeirão Café e
finalmente acabou morando em Taió/SC (localidade próxima de Paleta igualmente
próximo a Vargem Grande)
N.18-Inês Zatelli *?
N.19-Amábile Zatelli *?
N.20-Arthur Zatelli *?
B.93-Arthur Zatelli Filho, casado com uma afro- descendente (tiveram no
mínimo um filho)
T.25-José Zatelli *? (morava em Itajaí/SC – segundo Google foi vereador
em Itajaí/SC e tinha como profissão Analista de Sistemas)
Q.14-Não identificado Zatelli (residente em Jaraguá do Sul/SC)
P.1-Rosélio Zatelli *? (residente em Jaraguá do Sul/SC)
P.2-Jucélio Zatelli*? (Residente em jaraguá do Sul/SC)
Jucélio e sua filha, conforme imagem do Orkut
F.4(II- Giovanni Angelo Zatelli, *03/06/1884 em Rio dos Cedros/SC e batizado em
21/07/1884, na Igreja de São Paulo Apóstolo/Blumenau/SC, tendo como padrinhos
Giovanni Battista Baldissari e Catharina Stinghen (Sem notícias, provavelmente
falecido pequeno, suposição do Autor)
F.5(II)-Roberto Leonardo Zatelli (que cfme. Ana, Catarina, Clara, Olinda e Cecília, achavam que era
Alberto, em todo caso conhecido como “el Berto”)*20/05/1886 em Rio dos Cedros/SC e
batizado em 10/08/1886, na Igreja de São Paulo Apóstolo/Blumenau/SC, tendo
como padrinhos Giovanni Carlini e Lúcia Felippi , casado com Carolina Bonatti
N.21-Isidoro Zatelli *?, Casado com Ida Visentainer (Vicentainer – cfme. Anotação
tumular)* 24/10/1931 + 18/04/1962 – conforme anotação tumular
Ida VICENTAINER Zatelli túmulo do Sto. Antônio em Rio dos Cedros/SC
1 de outubro de 2009 | N° 8578 /Diário Catarinense
“DIA DO IDOSO - Viver é o melhor remédio - Data comemorada hoje é oportunidade para conscientizar sobre terceira idade -Isidoro Zatelli tem 91 anos. Morador de Rio dos Cedros, há 21, passou seis dias em coma e chegou a receber a extrema unção (sacramento católico ministrado antes de a pessoa morrer). Surpreendentemente, se recuperou e hoje ainda reúne forças para andar de bicicleta, capinar e até para se divertir caminhando sobre pernas de pau que ele mesmo faz. No Dia Mundial do idoso, comemorado hoje, a trajetória de Zatelli é um exemplo de que ficar velho não é sinônimo de invalidez. Estabelecida em 1999 pela Comissão de Educação do Senado Federal, a data serve para refletir a respeito da situação dessas pessoas no país, seus direitos e dificuldades. A população no mundo está ficando cada vez mais velha. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), por volta de 2025, pela primeira vez na história, haverá mais idosos do que crianças no planeta. – Quando se chega na velhice, é preciso aprender, como o vinho, a melhorar com o passar do tempo e, sobretudo, a escapar do perigo terrível de, envelhecendo, virar vinagre – ensina Isidoro, com ar de filósofo.
Manter a cabeça ocupada, cuidar dos afazeres domésticos, dos animais do sítio, comer muita batata e arroz, e a crença na boa genética de suas origens familiares foram fatores que fizeram o patriarca da família viver tanto tempo. –Tenho três irmãos, todos vivos, e nossos hábitos são bastante diferentes. Acredito que é a genética dos Zatelli que nos mantém vivos e sempre juntos – garante. Isidoro Zatelli teve uma vida cheia de altos e baixos. Nascido em Rio dos Cedros, no Vale do Itajaí, veio de uma família pobre, que tinha na agricultara familiar seu sustento. Cursou apenas até a quarta série. Perdeu os pais aos 18 anos, passando a cuidar dos três irmãos mais novos. Aos 30 anos, conheceu Ida Visintainer, com quem namorou por dois anos até casarem Com ela, teve oito filhos. O primeiro morreu meses após o nascimento. Na última gravidez, a mulher e o bebê morreran no parto. Se vendo sozinho, ele não tinha condição de criar as crianças. Teve então de tomar a difícil e sofrida decisão de separá-las em famílias e cidades diferentes. Nem coágulo no cérebro tirou a vontade de viver. Outro momento difícil enfrentado por ele se deu quando tinha 70 anos. Internado em Rio dos Cedros após sentir fortes dores de cabeça, entrou em coma. A família quis levá-lo a Blumenau para tratamento, mas ouviu do médico que não valia a pena, e que só restava esperar. Mesmo assim, foi submetido a uma cirurgia para retirada de um coágulo no cérebro, operação de êxito que o trouxe de volta à vida. Ao longo de nove décadas, o ex-agricultor teve outros episódios em que a saúde lhe faltou, males causados principalmente pela depressão. Chegou a receber cinco vezes a extrema-unção, mas em todas as ocasiões, resistiu e se recuperou. Nos últimos anos, nono Doro, como é conhecido pelos netos, arquitetou sozinho e construiu uma garagem anexa à casa onde mora com uma das filhas. No dia a dia, capina sempre o terreno na frente de casa e, freqüentemente anda de bicicleta e caminha com pernas de pau, para alegria da família.”
Isodoro Zatelli, aos 91 anos foi notícia do Jornal de Santa Catarina em 2009
B.94-Albertina Zatelli *?, reside em Florianópolis (Segundo o Google era
professora e coordenadora da Disciplina de Matemática de UFSC em
2002)
B.95-Arlete Zatelli *10/04/1956 (cfme. O Google e havia prestado concurso
público para o BESC- s.d.), reside em Timbó
B.96-Arno Zatelli *?, Reside no Sto. Antônio em Rio dos Cedros/SC
T.26-(Não identificado) em Rio dos Cedros/SC, Reside com o pai no Sto.
Antônio em Rio dos Cedros/SC
Q.16/Q.17 (Não identificado)
N.22-Matheus Zatelli (Mateus: conforme seu neto Diego Zatelli - Matteo: conforme as cinco
irmãs - Mateus: conforme Vito Zatelli), casado com Ida Bonatti
B.97-Neusa Zatelli *? residente em Jaraguá do Sul/SC
B.98-Luís Zatelli *?, residente no Sto. Antônio em Rio dos Cedros/SC
B.99-Anéssio Zatelli *?, residente em Timbó/SC
B.100-Nilson Zatelli *?, residente em Blumenau/SC
T.27-Diego Zatelli *?
B.101-Nilza Zatelli *?, residente em Jaraguá do Sul/SC
B.102-Darsi Zatelli *?, residente em Pomerode/SC
T.28/T.29 (Não identificados)
N.23-Antônio Zatelli *? casado, residente em Luís Alves
B.102-Jandir Zatelli *?
B.103-Januário Zatelli *?
B.104/B.105(Não identificados)
N.24-Graciosa Zatelli, casada com Carmelo Carlini (falecido)
B.106-Maria Carlini, reside no Sto.Antônio, Rio dos Cedros/SC
B.107-Genésio Carlini, reside em Joinville/SC
B.108-Gervásio Carlini, Reside em Jaraguá do Sul/SC ou Joinville/SC
B.109-Graciosa Carlini
B.110-Geraldo Carlini
F.6 (II)-Affonso (Zio Fonjo – conforme a cinco irmãs) Zatelli * 13/12/1888 em Rodeio/SC
+20/08/1979 em ? (não tenho informações complementares porque foi o único registrado em
Rodeio/SC.. Avô de Vito Zatelli– o informante) Casado em 22/11/1916 em Indaial/SC, com
Maria (Marietta)Dalpiaz *29/06/1889 +03/11/1964, filha de Pedro e de Ana Dalpiaz
(informações e fotos de Luiz Carlos Henckels,, esposo de Zenita Fronza, filha de Germano e Hermínia
Zatelli Fronza, por sua vez filha do “Zio Fonjo”)
Affonso e Maria s.dta, provavelmente antes da década de 40
Em Cima da E para D - Carmela, Viola, Felice, Fedele, Celeste. No Meio Hermínia. EM pé Honório, Terezinha. Sentados Maria e Affonso
Carteira do Sindicato do Trabalhadores Rurais de Timbó/SC doe Alfonso Zatelli de 1971
“Outro comentário sera ref. ao meu avô Alfonso Zatelli, que poucos sabem mas êle foi o segundo professor na escola de Sto Antônio em Rio dos Cedros SC , ele tinha feito alguns estudos em Blumenau no Colégio Sto Antonio, a primeira professôra da escola de Sto Antônio foi a Ida Marchetti, conheci alguns alunos dele da época como o Sr. Antônio Bonatti (Toni), que falava dele sempre que me encontrava, outro foi Eugênio Bendotti, que depois veio a ser meu avô materno.”
Fonte:Histórias paralelas de Vito Zatelli , por e-mail em 25/Mar/2008 - 08:49:10hrs.
N.25-Felice Zatelli(Falecido) casado com Annunciatta Bonatti (que mora em Jaraguá
do Sul na Barra do Rio Cerro)
B.105-Mário Zatelli *? (filho adotivo)
Felice e Annunciatta no dia do casamento
N.26-Fedele Zatelli *15/05/1917 em Rio dos Cedros/ SC e +30/04/1994 em Rio dos
Cedros/SC, casado em 08/06/1946, com Maria(Mariotta) Tafner (irmã do Arthur
marido da Clara Zatelli-N.13(B)), teve como testemunhas Isidoro Zatelli e Manoel
José Zatelli. (Sua esposa faleceu em Rodeio/SC, em 11/03/1947- conforme anotação tumular
11/03/1945 - no primeiro parto com a criança e o tio Fedele fiel aos seus princípios não casou
mais, mesmo ele estando com 30 anos de idade. Fedele viveu com seu irmão Celeste até sua
morte-conforme Vito Zatelli )
Fedele e Maria no dia do seu casamento
Túmulo (no cemitério do Centro de Rio dos Cedros/SC) em que está enterrada Maria Tafner Zatelli (Mariotta)
B.106-Não identificado *11/03/1947 em Rodeio/SC e +11/03/1947?/?/? em
Rodeio/SC (Natimorto)
N.27-Hermínia Zatelli *29/09/1921 + 01/092008, casada em 1947 (provavelmente)
com Germano Fronza *15/06/1921 + 24/03/1987, filho de Giacinto Fronza
Germano e Herminia em seu casamento provalmente em 1947
B.107-Ondina Maria Fronza *?, casada com Cássio Stinghen *? . Já faleceram
ambos
B.108-Cecilia Fronza *?, casada com Mario Carlini *? (Residem em
Pomerode (Fun dos), divisa com Rio dos Cedros.
B.109 -Menilde Fronza *? Casada com Antônio Carlos da Costa. Residem em
Blumenau, bairro do Bom Retiro.
B.110 - Donzila Fronza *?, casada com Rolf Mohr *? Residem emTimbó
B.111 - Aldo Fronza , *? casado com Valéria Stein, residem em Joinville,
Bairro Floresta.
B.112 - Elcio Fronza *? Casado com Rose Mohr, Residem em Timbó.
B. 113 - Valdemiro Fronza *? , casado com Teresinha Valcanaia *?Residem
em São Roque, na antiga residência de Germano Fronza.
B.114 - Dolores Helena Fronza *? , casada com Edésio Stolf *? Residem em
São Roque - Timbó
B.115 - Zenita Fronza *? , casada com Luiz Carlos Henkels, Residem em
Indaial, bairro Encano.
B.116 - Teresinha Fronza *?, casada com José Valcanaia. Residem em Rodeio,
bairro Kaspereidt
N.28-Viola Zatelli*?, casada com Hermínio Dalmonico *?
B.117-Wilson Dalmonico *? +? (falecido)
B.118-Ivo Dalmonico *? +? (falecido)
B.119-Irma Dalmonico *?
N.29-Carmela(Carmelita dos pés descalços) Zatelli *? +? em Curitiba/PR
Irmã Carmela (há controvérsias se seria Carmelita ou Catequista)
N.30-Onório Zatelli *?, casado com Natália Conti *? +2008 em Curitiba/PR,
(Alfaiate em Curitiba),
B.121/B.122 (Não identificadas)
N.31-Teresa (Terezinha) Zatelli *?, casada com Aldo Petris *?, reside em Alto
Paraná/PR,
B.123-Vanderlei Petris *?
B.124-Valdir Petris *?
B.125-Valdecir Petris *? (mora em São Roque, Rio dos Cedros/SC)
N.31-Celeste Zatelli *09/07/1925 em Rio dos Cedros/SC, casadoem 24/01/1953,
com Frida Bendotti *?, filha de Eugênio Bendotti e de Celestina Fronza
B.126-Maria Zatelli *? casada com Luis Stolf *?
T.30-Marcelo Stolf *?
T.31-Lígia Stolf *?
T.32-Lucas Stolf *?
B.127-Arno Zatelli *?, casado com Zenaide Valcanaia *?
B.128-Vito Zatelli *27/01/1957 casado com Ivete Glória Dalmonico *?, filha
de Severino Dalmonico e de Ester Vicenzi, pelo tio da noiva Pe. Victor
Vicenzi
T.33-Maicon Rafael Zatelli *10/08/1988 (freqüenta o curso de
Ciências da Computação na FURB- 2008)
T.34-Gabriele Andressa Zatelli *18/08/1990 (prestou vestibular dia
02/12/2007 para farmácia na FURB)
Depoimento de Vito sobre Loreno por e-mail em Sab, 3/Maio/2008 - 18:48:14hrs.:
“...Falando em memória curta como vc. relatou, quero lembrar um fato, que vc. estava presente ( calma não se assuste) , .. não exatamente o ano, mas se a minha memória não me trair foi mais ou menos no de l964/65 por aí , nós morávamos em Sto. Antônio , RDC. num belo dia vi uma senhora e um menino que vieram visitar o meu mas principalmente o meu avô Fonjo tio de sua mãe eu tinha apenas 5 ou 6 anos de idade, e o meu pai chamou sua mãe pelo apelido de Cilli e lembro também vc um garotinho na época só não sabia que sua mãe era filha do Jacinto Zatelli, uma coisa que me chamou atenção era o carinho que sua mãe tinha por vc.
Loreno.”
B.129-Hortencio Zatelli *?, casado com Ivone
T.35-Rita Zatelli *?, casada com Jonas de Souza
Q.20-Josiele Tairine de Souza *?
T.36-Adir Zatelli *?, convive com uma companheira